terça-feira, 7 de junho de 2011

Em processamento. Aguarde...

Não sou participante activa nesta coisa da política.
Tenho um partido de eleição mas não me coíbo de votar em qualquer outro se acreditar mais nas pessoas e nas ideias que defendem.
A minha vida flui normalmente independentemente do governo,  líderes partidários ou aproximação de actos eleitorais.
Profissionalmente não tenho de moldar a minha conduta ou retrair qualquer opinião sobre um qualquer interveniente político para reconhecimento (ou não) do meu trabalho.
É certo que não tenho nenhum "tacho" que sustente todos os meus caprichos e desejos mas sinto-me feliz por livremente conduzir a minha vida e dar aos meus filhos a possibilidade de escolha dos seus ideais políticos.
Mas confesso que neste último mês senti-me ansiosa e, diria mesmo, angustiada, com o futuro político do país.
O dia de todas as decisões já passou e esta angústia não desaparece. Porque será?
Penso que já atingi um nível de descrédito tal nos políticos e no sistema que agora tem de ser como São Tomé: ver para crer.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

That's it! Enough is enough

Há largos meses que as minha paciência está a ser testada, mas hoje o copo transbordou.
Eu sei que tenho um feitiozinho de cão. Eu sei que qualquer pequena contrariedade é suficiente para me fazer saltar a tampa.
Mas desta vez não é só mau-feitio, desta vez quero crer que tenho bons motivos para ter transmitido ao responsável do restaurante o motivo pelo qual nunca mais punha os pés no seu digníssimo estabelecimento comercial.
Depois de dirigir um cordial pedido para passar um pouco mais um bife que estava totalmente em sangue obtive a seguinte resposta de um jovem empregado de mesa:
«A senhora não percebe nada de bifes. Um bife para ser bom tem de ser mal passado.»
Concordei mas achava que o bife estava excessivamente mal passado pelo que agradecia que levasse para passar melhor e não esperei pelas resposta:
« A senhora não me quer ensinar como se faz um bife, pois não? Hoje já servimos para cima de vinte bifes e ninguém reclamou por estarem mal passados.»
Saí do restaurante a lançar faíscas mas, vendo o lado positivo da questão, esta situação acabou por ser um bom incentivo para começar a trazer a marmita de casa e começar a fazer uma alimentação mais saudável .

Temos de gramar com cada Joker

Com a cara de enfado que lhe é característica, lá se arrastou até ao seu gabinete, inexplicavelmente a horas.
Caiu da cama, com certeza!
Conseguiu articular aquilo que supostamente serias uma piada e alapou-se na cadeira a resolver "assuntos".
É incrivel como, ao fim de tanto tempo naquele gabinete ainda não percebeu que o vidro da porta reflete o monitor e que, apesar de não conseguirmos perceber nitidamente o que por lá se passa, circulam permanentemente cartas naquele desktop. E não são cartas de amor...
Ser chefe é uma responsabilidade muito grande!

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Caro leitor (ou leitora) que de modo tão inapropriado tentou profanar, sem qualquer tipo de decoro, a minha sensibilidade e recato.

Eu, enquanto mãe de dois e tendo deixado a puberdade à mais anos do que a idade do caro leitor (pelo menos a idade mental), agradeço que se retrate e muito considero se tiver a hombridade de me dirigir um pedido de desculpas pela mesma via que usou para tão descaradamente me dirigir piropos que fariam corar um qualquer jogador da selecção nacional de futebol.
Agradecida.

quarta-feira, 1 de junho de 2011