quinta-feira, 28 de julho de 2011

Ausências...

É engraçado perceber que, por muito poucas afinidades que tenhamos com determinadas pessoas, é sempre melhor sentirmos que está ali alguém, nem que seja apenas um vulto que emana calor (e alguns odores corporais), do que vermo-nos confrontados com a solidão das horas no lento curso dos dias...

terça-feira, 26 de julho de 2011

38º

Um calor abrasador... Sinto-me  a desidratar por todos os poros do meu corpo.
Os meu lábios procuram desesperadamente um copo de qualquer coisa estupidamente gelada. A qualquer momento vou ceder à tentação e atirar-me para o chão do arquivo. E quem quiser alguma coisa, passe por cima.
O ilustre arquitecto que projectou esta espécie de edifício, uma caixa retangular com paredes de vidro e uma tampa forrada a pedrinhas da praia, estava concerteza a sonhar com um belo dia de praia, uma aragem suave, uma bebida fresquinha, uma água temperada para refrescar o corpo de quando em vez...
E o sacana esqueceu-se que existem pessoas que durante o verão trabalham dentro deste muquifo que serve unicamente para estufa, ou sauna ou ... O RAIO QUE O PARTA! É que nem o ar condicionado aguenta com tanto calor.
Senhor arquitecto, nesse dia iluminado em que idealizou esta obra de vanguarda, em vez de ter ido trabalhar, devia mesmo ter ido para a praia. Porque isto de trabalhar contrariado nunca dá bom resultado...

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Amy Winehouse 1983-2011

 Uma menina com um talento raro, mas que nunca soube controlar os seus impulsos e as suas emoções.
Uma pena imensa...

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Vai ser tão bom...

Voltar a estar contigo.
Por a conversa em dia naquele jantarinho caprichado que eu vou preparar para ti.
Ainda não sabes, mas o jantar não vai ser a três...
A ver se é desta que juntamos a fome com a vontade de comer!

E... Voilà!

Sexta-feira. What else?

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Futuro? Que futuro?

A realidade do nosso país é um imenso buraco negro no que respeita ao futuro dos jovens.
Que adianta termos sonhos, ideias, projectos...
O país não permite por nada em prática. 
E qualquer mostra de ousadia é como queimar cartuchos num rio, provoca uma ligeira oscilação das águas, nada mais.
Sinto uma imensa tristeza por viver encurralada nesta monótona existência, com sonhos a desafiarem-me permanentemente  para libertar as amarras e voar para outras paragens.